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√Ēnibus em Feira de Santana param de rodar depois de resultado de licita√ß√£o

Depois de uma reunião emergencial, a situação foi normalizada no sábado, mas neste domingo novos problemas aconteceram

Terminais de Feira ficaram vazios (Foto: Ney Silva/Acorda Cidade)

Os √īnibus de Feira de Santana deixaram de rodar na cidade na tarde deste domingo (16), depois de tamb√©m pararem na sexta-feira. O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Feira de Santana (Sincol) alega que o servi√ßo foi suspenso por conta de um problema de abastecimento de combust√≠vel causado pela n√£o renova√ß√£o do contrato emergencial com as empresas da cidade.

Segundo as empresas, dos 68 √īnibus da empresa Princesinha que iriam rodar neste domingo, apenas 40 estavam abastecidos. Da 18 de Setembro, dos 44 √īnibus, 25 estavam sem combust√≠vel.

O secret√°rio de Transporte de Feira, Ebenezer Tuy, diz que as empresas come√ßaram a retirar os √īnibus das ruas da cidade na sexta-feira, insatisfeitas com o resultado de uma licita√ß√£o que escolheu duas novas operadoras, de S√£o Paulo, para assumir o servi√ßo. As duas empresas atuais, Princesinha e 18 de Setembro, questionaram a licita√ß√£o na Justi√ßa. O Tribunal de Justi√ßa da Bahia (TJ-BA) chegou a suspender a licita√ß√£o, mas a decis√£o foi revogada e o processo seguiu. Depois do embate judicial, a licita√ß√£o seguiu e teve seu resultado final anunciado nesta sexta.

“Sexta eles recolheram sem justificativa nenhuma. Alegaram que pararam por causa da licita√ß√£o. Desde as 11h30 da manh√£ o transporte coletivo ficou sem √īnibus”, relata o secret√°rio. A prefeitura disponibilizou t√°xis, motot√°xis e vans para a popula√ß√£o para tentar contornar o problema.

Depois de uma reunião emergencial, a situação foi normalizada no sábado, mas neste domingo novos problemas aconteceram. O secretário alega que nenhum órgão do poder municipal foi informado sobre nenhum problema com fornecimento de combustível. Ele diz que o contrato emergencial com as empresas continua valendo Рas vencedoras da licitação têm prazo de até seis meses para começar a operar em Feira.

“Hoje por volta das 10h come√ßaram a recolher os carros alegando que tem problema com combust√≠vel. Ressalto que em nenhum momento fizeram contato com o poder p√ļblico. As equipes de fiscaliza√ß√£o que viram os √īnibus recolhendo e procurou saber”, afirma o secret√°rio.

Novas reuni√Ķes devem acontecer na semana para tentar entrar em acordo. “N√£o tem argumento para eles pararem. Inclusive essas empresas nem participaram da licita√ß√£o”, finaliza Ebenezer.