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Mulher encontra corpo de bebê congelado em geladeira após um ano, em BH

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Um feto foi encontrado dentro do congelador de uma geladeira, no bairro Flávio Marques Lisboa, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. A dona da casa acionou a Polícia Militar na noite desta terça-feira (30) e informou que o corpo pode estar no freezer há mais de um ano.

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Ao chegarem ao local, os militares encontraram o feto envolto em um saco plástico, preso por fita. A mulher, de 56 anos, contou à polícia que uma conhecida teria lhe entregado o pacote, quando ela ainda morava em outro enderenço, e dito que se tratava de um pedaço de carne. Em seguida, pediu que o guardasse no congelador. Um ano depois da entrega, ao abrir uma sacola de supermercado que estava no fundo do congelador, a dona de casa percebeu que havia um pé humano dentro do saco.

A faxineira Simonia Salgueiro, irmã da dona de casa, contou que Susy conheceu a suposta mãe do bebê, uma jovem identificada apenas como Grazi, por indicação de terceiros.

“Ela falou ‘guarda essa carne pra mim, que eu vou dar para uma pessoa’. Minha irmã disse que guardaria e depois disso ela sumiu de lá [do bairro]. Elas só mantinham contato por WhatsApp. Minha irmã falava que ia jogar a carne fora e ela não deixava, falava que iria buscar“, conta.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou que o feto é do sexo feminino. A idade dela, entretanto, ainda não foi identificada. O delegado Rômulo Dias, responsável pelas investigações, deu a informação ao programa MG1, da TV Globo, na tarde desta quarta-feira (1º/12). Ele ainda relatou que o crime de ocultação de cadáver está confirmado e que a corporação apura se houve outros crimes a partir de exames periciais.

De acordo com o policial, o corpo está no Instituto Médico Legal (IML). A partir desses exames, a apuração conseguirá responder outras questões: “Se foi um aborto natural [ou] não foi um aborto natural, [se] houve o parto e depois o corpo foi guardado. Algumas questões que ainda são cruciais para a investigação e precisam ser esclarecidas”.

Rômulo Dias explica que, dependendo do que o IML identificar, o caso seguirá um rumo diferente. Um dos exames que serão feitos é o de docimasia pulmonar hidrostática de galeno. O delegado relata que “esse exame é tão crucial que podemos sair do crime somente de ocultação de cadáver e partir, inclusive, para um crime de homicídio consumado”.

Fonte: R7/G1