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Jogadora diz que Paulo Gustavo ‘foi para o inferno’ e clima pesa na Seleção

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A declaração da atacante Chú Santos, da Seleção Brasileira Feminina de futebol, sobre a morte de Paulo Gustavo — ela afirmou que o humorista “foi para o inferno” — foi considerada como “imperdoável” por pelo menos três atletas da equipe, mesmo com o pedido de desculpas da jogadora.

Uma das colegas de Chú na Seleção chegou a chorar quando soube do posicionamento da jogadora, que repercutiu em todo o país. O apresentador e ex-jogador Neto chegou a defender que ela fosse desligada do Palmeiras, equipe que ela defende atualmente.

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Aos 31 anos, Francisleide dos Santos Barbosa fez o comentário numa postagem no Facebook que comparou a morte do cantor e pastor evangélico baiano Irmão Lázaro com a perda do “ator, gay e umbandista”, fazendo alusão de que a doença pandêmica não escolhe gênero ou classe trabalhadora.

Nos comentários, Chú disparou que a diferença é que Paulo Gustavo “foi para o inferno”. A repercussão contou com comentários de diversas atletas, como a também atacante Cristiane e demais colegas de Palmeiras. Para elas, a frase preconceituosa não só faltou com respeito com as companheiras, como pode atrapalhar a imagem do futebol feminino.

A avaliação da equipe técnica da Seleção e da própria CBF é de que o dano à imagem de Chú é difícil de reverter, havendo precupação que o incidente contamine o ambiente do grupo que se prepara para a disputa da Olimpíada de Tóquio.

De todo modo, Chú não deve ser ser advertida formalmente pela confederação. No Palmeiras, equipe defendida pela jogadora, as reações à declaração também foram adversas, e ela foi criticada por colegas de clube. Com informações do Terra e Placar.

Com informações do Correio da Bahia