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Jacarezinho: veja o nome de todos os mortos

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A Polícia Civil divulgou, na tarde deste sábado (8), uma lista com o nome dos 28 mortos na operação policial na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro.

Veja o nome de todos os mortos no Jacarezinho:

André Frias – policial civil
Bruno Brasil
Caio Da Silva Figueiredo
Carlos Ivan Avelino Da Costa Junior
Cleyton Da Silva Freitas De Lima
Diogo Barbosa Gomes
Evandro Da Silva Santos
Francisco Fábio Dias Araújo Chaves
Guilherme De Aquino Simões
Isaac Pinheiro De Oliveira
John Jefferson Mendes Rufino Da Silva
Jonas Do Carmo Santos
Jonathan Araújo Da Silva
Luiz Augusto Oliveira De Farias
Márcio Da Silva Bezerra
Marlon Santana De Araújo
Matheus Gomes Dos Santos
Maurício Ferreira Da Silva
Natan Oliveira De Almeida
Omar Pereira Da Silva
Pablo Araújo De Mello
Pedro Donato De Sant’ana
Ray Barreiros De Araújo
Richard Gabriel Da Silva Ferreira
Rodrigo Paula De Barros
Rômulo Oliveira Lúcio
Toni Da Conceição
Wagner Luiz Magalhães Fagundes

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Dos mortos, três estão na lista de 21 denunciados pelo Ministério Público por tráfico de drogas e eram procurados pela polícia: Richard Gabriel da Silva Ferreira, conhecido como “Kako”; Isaac Pinheiro de Oliveira, conhecido como “Pee da Vasco”; e Rômulo Oliveira Lúcio, conhecido como “Romulozinho”.

A investigação aponta que eles eram “soldados” do tráfico, atuando como braço armado da organização criminosa no Jacarezinho.

A Polícia Civil ainda garannte que, dos 27 civis mortos, 25 têm antecedentes criminais e que há provas de que os outros 2 também eram ligados ao tráfico.

Álvaro Quintão, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), no entanto, questiona a informação da polícia e diz que é possível afirmar que nem todos eram bandidos.

“Já dá para dizer que nem todos são bandidos. Isso com certeza. Nós já identificamos pessoas que nunca tiveram nenhuma passagem pela polícia. E existem sim algumas pessoas que já têm passagens, algumas cumpriram penas, já não têm mais pena, já não estão mais cumprindo nenhuma pena”, disse Quintão ao G1.