Início Bahia Consórcio Nordeste: Rui Costa deve ser indiciado na CPI do RN, revela...

Consórcio Nordeste: Rui Costa deve ser indiciado na CPI do RN, revela deputado

Grupo no telegram: t.me/seligacamacari | Site de vagas em Camaçari: ACESSE
Imagem: Reprodução

O governador Rui Costa deve ser indiciado na CPI da Covid-19 que foi instaurada na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Costa presidiu o Consórcio Nordeste durante a compra frustrada dos respiradores junto a empresa Hempcare. A aquisição, que não foi concluída, custou cerca R$ 48 milhões ao Consórcio Nordeste.

ATENÇÃO: Nunca pague nenhum valor para participar de um processo seletivo. Não compre cursos, apostilas ou serviços que prometam participação em seleção ou contratação para uma vaga. E jamais informe dados bancários, de cartão ou envie documentos por e-mail ou através de sites que não conheça. Nosso site não se responsabiliza por qualquer tipo de pagamento efetuado.

Em entrevista ao V Notícias, o deputado estadual baiano Capitão Alden – que acompanha a CPI de perto – revelou que o governador baiano deve ser responsabilizado após ser comprovado no relatório da CPI que do montante de R$ 48 milhões, R$ 24 milhões serviram ao pagamento de propinas. Além dele, o secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas e o ex-secretário da Casa Civil na Bahia, Bruno Dauster, devem integrar a lista de indiciamento.

“A Hempcare foi criada especificamente para pagar propina para as pessoas diretamente envolvidas no Consórcio: o Bruno Dauster, Carlos Gabas e o governador Rui Costa de uma forma ou de outra deve ser responsabilizado. O relatório será finalizado até dezembro e certamente com as provas que foram reunidas deve ser apresentado junto a PGE o indiciamento do governador Rui Costa como presidente do Consórcio Nordeste”, explicou Alden.

Intimado para depor na CPI, Gabas utilizou o habeas corpus concedido pela Justiça do RN e permaneceu em silêncio.O habeas corpus preventivo foi concedido em decisão do desembargador João Rebouças e deu o direito constitucional para o secretário ficar em silêncio incluindo “o privilégio contra a autoincriminação”.

Nessa quinta (4) a CPI ouve Bruno Dauster.

*Com informações Do VNOTICIAS