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Câmara Municipal de Camaçari discute Campanha da Fraternidade

Por Nossa Metrópole

Campanha da Fraternidade 2018 (Foto: Divulgação)

Acontecerá nesta quinta-feira (15), na Câmara Municipal de Camaçari, uma Sessão Especial para discutir a Campanha da Fraternidade 2018, que este ano trata do tema “Fraternidade e Superação da Violência” e tem como lema “Em Cristo Somos Todos Irmãos (Mt. 23:8).

A sessão foi pedida pelo vereador Adalto Santos (PSD), e tem como objetivo despertar a solidariedade dos fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a todos, buscando caminhos de solução. A cada ano, é escolhido um tema, que define a realidade a ser transformada, e um lema que explicita em que direção se busca a transformação. “Vamos debater as maneiras em que podemos contribuir para a cultura de paz e superação da violência em Camaçari”, justificou o parlamentar.

Está prevista a participação de Dom João Carlos Petrini, Bispo da Diocese de Camaçari e Doutor em Ciências Sociais pela PUC/SP, além do Mestre em Família na Sociedade Contemporânea, Marcelo Couto.

A Sessão Especial está prevista para começar às 9h.

Sobre a Campanha:

A Campanha da Fraternidade teve origem alguns anos antes do início do Concílio Ecumênico Vaticano II, quando um pequeno grupo de padres recém-ordenados, sob a coordenação de Dom Eugenio Sales, reunia-se em Natal, cada mês, para rezar e refletir sobre a Igreja e a Pastoral. Daí surgiram várias iniciativas postas em prática, com sucesso. Algumas vieram a ter dimensão nacional. Dentre elas estão o primeiro Regional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que abrangia as dioceses da área territorial que ia do Maranhão à Bahia; o primeiro planejamento pastoral, colocando a técnica a serviço do Reino de Deus; a organização sistemática dos trabalhadores em sindicatos rurais, reconhecidos pelo Governo. E, logo a seguir, a primeira Federação dos Trabalhadores Rurais no Rio Grande do Norte; paróquias confiadas a religiosas; as escolas radiofônicas e outras iniciativas, sem esquecer a Campanha da Fraternidade, posteriormente assumida em nível nacional pela CNBB no ano de 1964.