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Bellintani se posiciona após ação popular contra Bahia e Fonte Nova: “Bahia tem um contrato e paga pela loja “

Na decisão, o Bahia teria que demolir a Loja do Esquadrão, quase que completamente construída na entrada Sul do Estádio, próxima ao Dique do Tororó

(Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)

Na última semana, o ex-presidente do Vitória, Paulo Carneiro, disparou que algumas alterações feitas pelo Bahia na Fonte Nova são ilegais. Após a declaração do ex-dirigente, o torcedor rubro negro Juarez Dourado Wanderley, deu início a uma ação contra o Esporte Clube Bahia, Fonte Nova Negócios e Governo do Estado, alegando que o contrato da arena com o Esquadrão não permite que o estádio sofra alterações em algumas áreas.

Na decisão, o Bahia teria que demolir a Loja do Esquadrão, quase que completamente construída na entrada Sul do Estádio, próxima ao Dique do Tororó. Além disto, o clube teria que retirar toda a plotagem do estádio que faz referências ao clube, permitindo que ela seja colocada apenas em dias de jogos do clube no equipamento.

Vale lembrar que em setembro de 2018, o Tricolor assinou um novo contrato com a Arena Fonte Nova. O vínculo vai até abril de 2021 e prevê mudanças estruturais.

Em entrevista a Rádio Sociedade, nesta segunda-feira (10), o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, se pronunciou sobre a ação e afirmou que o Bahia tem autorização do Governo do Estado para efetuar a construção da Loja, que deve ser inaugurada até o dia 15 de dezembro.

“Não é a primeira ação popular que entram contra o contrato entre Bahia e Arena Fonte Nova e provavelmente não será a última. O governo não daria autorização se essa fosse uma medida exclusiva para o Bahia. Se o Vitória quiser um contrato igual o do Bahia, pode? Pode! Se dissessem que o Bahia tem um contrato inalcançável para qualquer outro clube, a gente diria que está tendo um tratamento desigual. O que não dá, é o Vitória querer ter uma loja na fonte nova sem jogar lá. O Bahia tem um contrato e paga pela loja da Fonte Nova. O contrato como um todo, prevê um pagamento de ‘x’ por ano. Se não tivesse o Bahia, a Fonte Nova estava fechada hoje. Se o Vitória quiser ter o mesmo contrato que o Bahia ele tem esse direito. Então onde está o tratamento desigual?”, explicou o dirigente do Bahia. Por Varela Notícias